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3 Privilégios e 3 tentações da Liderança Por Rick Warren

 

Você acha que é mais fácil lidar com sucesso ou fracasso? Thomas Caryle uma vez disse, “Para cada cem pessoas que podem lidar com a adversidade há somente uma que pode lidar com a prosperidade.” Acho que a maioria das pessoas não pode ficar no topo. Isso os muda. Na verdade, o sucesso destrói algumas pessoas. Existem vários benefícios legítimos de estar na liderança.
 
ü     Posição — você pode se tornar mais
ü    Poder — você pode fazer mais
ü    Privilégio — você pode ter mais
O esforço extra e o trabalho que você dedica lhe dará mais posição, mais poder e mais privilégios. Com cada um destes vem uma tentação muito grande que pode ser sua ruína como um líder se você usar à toa.
“Então, se você acha que você está permanecendo firme, cuidado para não cair!” I cor 10:12
Vamos olhar para as tentações da liderança, perceba quan do voc|ê ler o jornal hoje. As maiores nações do mundo enfrentam tumulto devido aos abusos de liderança. “O poder corrompe e o poder absoluto corrompe absolutamente.”
Hoje vamos olhar para as tentações da liderança e os antídotos.
1. Você será tentado a abusar de sua posição.
Você já viu alguém conseguir uma promoção no trabalho, e de repente tornam-se um pequeno ditador? Mudaram!. Eles eram pessoas legais até chegarem à promoção. Então de repente começam a tratar todo mundo depreciativamente, fazendo exigências excessivas às pessoas. Demandas irrealistas expondo-as publicamente.
Pastores são pessoas experientes, supervisores, e o pastoreio da igreja está em nossas mãos. Mas isto não é uma desculpa para abusar da influência que temos e explorar as pessoas. Na verdade, a Bíblia é clara que os líderes da igreja serão julgados muito mais duramente por causa de seu potencial para influenciar as pessoas a se mover em direção a Cristo ou para longe dEle.
2. Você será tentado a abusar do seu poder.
Você pode ser um motorista ou um motivador. Os motoristas não têm nenhum apreço pelo povo enquanto motivadores estão constantemente encontrando maneiras para capacitar as pessoas ao seu redor. Seu papel como um Pastor não é para segurar as pessoas e tê-los para lhe servir quando você precisa, mas para elevá-los e equipá-los para servir a Jesus e mudar o mundo. Em outras palavras, o poder que Deus te deu como um lídere não é para seu benefício e sim para os outros.
3. Você será tentado a lucrar com seus privilégios.
Quando o livro “ Uma Vida com Propósitos” se tornou um best seller global, duas coisas entraram em nossas vidas que nunca esperávamos – uma nova influência global e uma nova perspectiva financeira. Kay e eu tinhamos que tomar uma decisão sobre o que faríamos com esses recursos. Decidimos começar o dízimo-reverso. Começamos dando 90% da renda que estávamos recebendo e vivendo com os outros 10%, e parei de ter um salário. Sou o voluntário mais ocupado da Igreja de Saddleback!
Quando você decidir lucrar com os privilégios de sua liderança, você dá às pessoas uma razão para questionar os seus motivos. Isso não significa que pastores não podem ser compensados de forma generosa. Simplesmente significa que temos que verificar os motivos do nosso coração como líderes para evitar qualquer pergunta sobre por que estamos fazendo o que fazemos.
 
 

 
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Uma Inferência Maligna, uma carta se pudesse e chegasse ao Sr. J.R Guzzo




Seja o seu ‘sim’, ‘sim’, e o seu ‘não’, ‘não’; o que passar disso vem do Maligno.
Jesus Cristo Mt 6: 37
Inferência. S.F _Consequência, dedução, ilação ou dedução
ma.lig.no adj. 1. Que tem propensão para o mal; mau, maléfico. 2. Danoso, pernicioso, nocivo.
  
Li com calma e atenção para depois digerir com ainda mais calma e mais atenção o artigo do colunista J.R. Guzzo chamado “Pensamento Simples” publicado na revista veja de 07 de Agosto de 2013.
Mais uma vez percebo o quanto Palavras não são apenas palavras ou nada mais que palavras como dizia o personagem hilário de Chico Anísio. Palavras, mais que isso, são poderosas armas que tanto podem ser usadas para o bem como para o mal, para promover a paz ou a guerra e por isso devem ser usadas com cautela e, quando nos couber interpretá-las, com mais cautela ainda.
Sou Bispo Anglicano em Recife, pregador das palavras de Jesus Cristo e depois de mais de 30 anos de vida cristã intensa sei o que se pode fazer com esses vocábulos e como é meticulosa a arte de interpretá-las. Muito se diz das palavras de Jesus Cristo e especialmente do que se conhece como Sermão do Monte. Pois bem, o Sr Guzzo ousou interpretá-las à luz de uma visão jornalística talvez, mas sem o mais raso conhecimento do que estava dizendo proferiu tolices e feriu a mensagem do evangelho.
Não vou citar todo o artigo claro, mas uma particular inferência maligna feita por ele, que distorce as palavras ditas pelo carismático Bispo de Roma, Papa Francisco em recente viagem ao Brasil. Disse o Papa :
“ Se uma pessoa é gay, procura o senhor  e tem boa vontade, quem sou eu para julgá-la?”
Agora a inferência o Sr. Guzzo: “Mas o que vale, mesmo, é a essência de sua convicção: sim afirmou o papa, a pessoa pode ser gay e cristã ao mesmo tempo. Por que não? É o contrário do que sustenta há séculos a doutrina da igreja, numa resistência teimosa, mesquinha e inútil á liberdade dos costumes no mundo de hoje”
           SrGuzzo, procuro pela afirmação desse papa dizendo o que o sr. Inferiu e não encontro. Quando um cristão diz “quem sou eu para julgar?” ele não está dizendo que concorda com qualquer coisa dita antes, apenas seguindo o que Jesus mesmo disse.. não julgueis para não seres julgados. A palavra original dita aqui como julgar tem a ideia de uma crítica amarga e injustapodendo-se referir a um julgamento divino, o que não temos a capacidade de emitir.
            SrGuzzo, o que o Sr. fez foi inferir e sua inferência se mostrou maligna, não porque o Sr. seja maligno , mas porque a forma como foi dita, tornou-se danosa, pareceu perniciosa e, sem duvida alguma foi nociva ao conceito cristão e ao sentido das palavras do Papa.
            Eu poderia inferir que todos os parlamentares do PT, além de socialistas convictos, são idôneos  porque assinaram o código de ética do Partido dos trabalhadores e sua declaração de princípios. Mas, não foi isso que a história recente no mostrou.
        O Sr, Guzzo disse ainda: “ eis aí o desafio real da igreja católica  de hoje: aceitar como cristã toda pessoa que viva com decência, tenha valores e se comporte segundo um código moral. Está tudo explicado no sermão do monte, o texto mais importante do evangelho”
          Não Sr. Guzzo as coisas não são bem assim. O cristianismo é uma contracultura desde a sua mais remota origem, ele nunca se alinhou com o discurso politicamente correto nem com os costumes de qualquer época. Um cristão é conhecido, não por “se comportar segundo um código moral”, mas por se adequar ao código moral da Bíblia Sagrada. O Código moral de Hamurabi, o mais antigo conhecido dizia “Olho por olho dente por dente” e um cristão, segundo Jesus, deve amar seu inimigo.. Isso dito no mesmo sermão do monte que o senhor novamente, citou. Além disso, existe uma variedade enorme de comportamentos que se encaixam nessa expressão viver com decência.   
           Por fim, o Sr. Se esqueceu de citar também as inúmeras vezes que o Papa citou o valor do casamento heterossexual e a malignidade daqueles que se levantam contra esse padrão. Apenas coloco citação da REVISTALADOA : quando da luta da igreja pela não aprovação da união homo afetiva na Argentina recentemente. 
“Aqui também está a inveja do Demônio, através da qual entrou o pecado no mundo, que de modo arteiro pretende destruir a imagem de Deus: homem e mulher receber o mandato de crescer, multiplicar-se e dominar a terra. Não sejamos ingênuos: não se trata de uma simples luta política. É a pretensão destrutiva ao plano de Deus. Não se trata de um mero projeto legislativo (este é meramente o instrumento), mas de uma “movida” do pai da mentira que pretende confundir e enganar os filhos de Deus
            Nenhum cristão tem o direito de julgar quem quer que seja, mas todo cristão tem o dever de ter sua opinião formada e forjada nas palavras da Bíblia.
            Sr Guzzo, Inferir é algo muito arriscado, as Palavras devem ser tratadas com cautela e quando da próxima vez,  tentar interpretar as palavras do Santo Padre ou de qualquer pessoa, seja mais cauteloso.
+Miguel Uchoa
Bispo Anglicano

Recife PE
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